quinta-feira, junho 26, 2008
Gump
Facílimo! Botas!
Parece que tenho sina de ter problema com os pés e pernas... Quando era pequena, era um troço chato para dormir, uma bota com pinos em baixo e que tinha uma barra de ferro separando um pé do outro.
Esses dias, uma inflamação debaixo do osso do meu pé me colocou outra vez de Forrest.
É a vida. E voltei a deixar tudo claro aqui porque tava cansada de ficar de luto.
quarta-feira, junho 25, 2008
Não há nada novo sobre a terra...
terça-feira, abril 29, 2008
Quase em casa!!
domingo, abril 13, 2008
Mai putim...
A vida eh mais cara do que se pode imaginar, mas ainda mantenho a ideia de que certas pessoas sabem piorar as coisas e outras sabem melhorar..
Fazer o que?
O "tour" estah ainda na metade. Lista de coisas legais e estressantes depois, quando houver mais tempo e menos olhos.
Olhos sao coisas muito incriveis!
A Lidia me escreveu. Pareceu tentar parecer bem, mas gostaria de saber que eh realmente o que eh.
Nada de saudades do Brasil. Sinto saudades da minha casa e da minha cama. A gente roda, roda e nao existe cama melhor que a minha. Sinto saudades da Sofia. E acho que o resto eh resto mesmo. Comida e gente eh tudo igual e tudo diferente em todo lugar. Mas minha casa nao. E parte dela eh meu marido, que eta aqui.
Terziu!
segunda-feira, março 31, 2008
Espanha
O lugar eh bonito (Malberia) e a circunvinhanca tb. O clima eh agradavel, o dia eh claro ateh depois das 7 da noite, quando comeca a querer escurecer. A gente pensa que ainda sao umas 4 da tarde, e sao 7. Eh interessante.
Bom, alem disso, nao experimentei comidas exatamente culturais, porque tenho percebido que a globalizacao jah tomou conta dos restaurantes e estomagos, alem do fatro de estar hospedada num apto com romenos... Isso certamente dificultou a pureza alimenticia (???)
Fotos aqui, soh quando tiver tempo de verdade, o que tah dificil e internet nao eh de graca...
O mundo moderno eh tb caro.
domingo, março 16, 2008
Lembrando o que naum se esquece...
Mas mes passado naum tive tempo nem como ficar atras disso e soh hoje consegui me lembrar de dar uma busca.
Achei.
Um artido no BP.
Colocarei aqui assim que puder.
Hoje achei um exemplo para mostrar a sensacao que tenho o tempo inteiro.
Eh como se existisse uma realidade que naum fosse compativel com o que vejo.
Eh como o tomate da Romenia. Sei que eh tomate pela forma, pela cara, pela cor, pela placa na vendinha, pelo cheiro. Mas quando como, parece que eh isopor.
Sinto-me assim em relacaum a tudo por aqui, aqui em minha vida.
Naum sei se gostaria que o tomate fosse realmente isopor ou que ele fosse realmente tomate.
sábado, março 15, 2008
- 4
Nao tenho acentos no teclado, logo, a postagem "soarah" errada. Por isso, dentre outras coisas, serah curta.
Estamos bem. O clima eh bom e tenho visto um monte de arvorinhas ficarem verdes.
O ar mais frio, dormir ateh mais tarde, comer comida que outros fizeram e nao ter obrigacao na igreja tem feito com que eu descanse mais.
Minha pele estah horrorosa. Toda vez que viajo ela fica assim, com uma irritaxao, fica avermelhada, como se fossem sair espinhas enormes.
Acho que bebo pouca agua fora de casa e acho que como mais coisas fritas do que deveria.
Se uma coisa fica ruim, outra melhora prah compensar.
Emagreci mais um pouco!!
Depois que casei, na verdade, depois que comecei o tratamento para cistos, engordei quase 5kg.
Isso estava me chateando junto a outras coisas.
Queria emagrecer, mas nao conseguia. Nao sou comilona, em casa usamos coisas saudaveis...
Por fim, decidi comecar a me preparar para engravidar e parei de tomar o anticoncepcional. Os cistos jah nao sao um problema e naturalmente tenho emagrecido.
Perdi 4 desses 5kg.
Descobri isso ontem.
Encontrei umas pessoas que vi dois anos atras e contei que tinha engordado. Elas acharam estranho eu falar isso e disseram que nao achavam. Claro... as pessoas gostam dessa besteira de falsos elogios.
Mas, resolvi me pesar e surpresa!! Emagreci 4 kg!! Fata apenas um para chegar no que tinha no dia do casamento. Eh bom. Por isso me sinto um pouco melhor nas roupas...
Bom, uma noticia boa depois de tantas outras ruins...
Eh besteira, uma coisa superflua, eh verdade, mas a vida eh feita de momentos e coisas como essa.
segunda-feira, março 03, 2008
Viagem
Tínhamos decidido desde o ano passado que precisávamos viajar esse ano para a Romênia. Não é exatamente um passeio, mas nem deixa de ser.
Vamos resolver coisas de documentação e aproveitar para rever família, amigos, colegas, parceiros de trabalho e assim por diante.
Serão 3 meses. Sentir frio acho que vai me fazer bem... pegaremos o fim do outono e o começo da primavera.
Será bom ver a primavera onde tem primavera.
Tô mesmo querendo ver algo mudar do estado de sem para com vida.
Lembro das árvores do bosque de Plopeni. Secas, cobertas pela neve.
Tudo aparentando ter morrido... menos os pinheiros, é claro! Eles são algo à parte.
Chegar lá e ter a oportunidade de ver a renovação da natureza deve trazer algo de bom. Por aqui é época das lagartas virarem borboletas. Avistei as primeiras duas ontem pela manhã. Agora verei galhos secos voltarem a ser árvores.
A natureza se renova o tempo inteiro, em todos os lugares, à sua maneira.
Torço para que certas vidas que me rodeiam passem pelo mesmo processo de renovação em nossa ausência.
Tô cansada de gente que tá vida, mas vive como se estivesse morta.
Aff... como ando fúnebre!
Vai passar, Carolina, vai passar...
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Meu aniversário
Senti-me estranha durante a manhã, como se fosse errado eu completar mais um "ano de vida". Parece que comemorar a vida é algo ofensivo nesse momento. Sei que não é, que a vida segue etc etc mas a sensação foi essa.
Esse ano nossa família não deveria fazer aniversário. Cada família deveria ter o direito de não fazer aniversário durante o ano da perda de parentes próximos. Seria facultativo, porque somos um país democrático (somos??) e seria injusto e feriria a constituição se obrigássemos todos a fazer a mesma coisa.
E deveria também ser um ano por direito "sabático".
Quem consegue trabalhar direito ao perder quatro parentes amados?
Vamos mudar as leis! Vamos vestir a camisa dos enlutados desse país!
E tudo, de um jeito ou de outro, é política.
Fome
Criança desnutrida na África.
Se antes eu precisava desses lembretes, agora dependo deles.
Porque existe dor maior que a nossa. Sempre. Em algum lugar.
Não somos os mais sofridos desse mundo, os que enfrentam dificuldades. Essa dói em nós hoje, mas e a dor de todos e tantas dores diárias que ignoramos?
Choramos a morte de nossos queridos.
Mas alguns choram a necessidade de sobreviver.
Choro a saudade de alguém que se foi, mas posso pegar um avião e encontrar meus parentes vivos e dar-lhes um abraço.
Mas alguns choram o abandono perpétuo.
Quantas famílias choram todos os dias dores iguais à nossa, maiores que a nossa?
As vítimas da guerra. Do Iraque, do Afeganistão, de Israel. A repressão cubana. As tribos africanas. Os bebês assassinados nas nossas tribos, tirados de suas mães com os peitos fartos de leite.
Seria muito mesquinho me fechar em minha dor. Ela é grande, não a minimizo. Ela é forte, não a subestimo. Mas estou aqui, no conforto da minha casa. Durmo ao lado de meu marido. Escrevo num computador.
E sou livre. Saudável.
Acredito que um dos remédios agora seja olhar para a dor alheia.
Porque tem sim, sofrimento maior que o nosso.
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Sentimentos...
Perdi minha bisavó, mas ela estava "passando da hora de morrer", quero dizer, muito velha, com sinais de esclerose, a mente não muito são mais fazia algum tempo. Às vezes reconhecia a família, às vezes não. E ela estava velhinha. Nós "esperávamos" que morresse.
Fora isso, morreu um tio do meu pai, o Samuel, que se conheci, era bebê. Não fez tanta diferença e pouco tempo atrás morreu um outro tio dele, o Levi. Foi uma morte triste, ruim e que ficou entalada na nossa goela, por causa de como aconteceu. Ele foi atropelado enquanto atravessava uma avenida perto da casa da irmã dele (minha avó). Ficou internado uns dias e morreu. Ele era alegre, brincalhão, cantava tocava violão. Era muito legal chegar na casa dos meus avós, sentir o cheiro de café e ver os três, minha avó, meu avô e o tio Levi, cantarolando um hino a três vozes... Era legal também quando se apresentavam na igreja.
Ele sofreu o acidente enquanto eu estava dentro do avião, voltando das férias em SP aqui para minha bat-casa. Tínhamos nos visto um dia antes. Ele tinha me dado aquele super abraço "põe-coluna-no-lugar". Fiquei triste. Não chorei. Passei uns dias sem entender. Mas mesmo assim, era um avô, quase bisavô. Tinha feito tudo o que se espera que um homem faça na vida - em nossa vã e supérflua filosofia, claro - e apesar da morte naõ ser natural, a ordem cronológica mais ou menos foi.
Por parte de mãe também sofremos a morte de algumas tias dela. Tia Nega, cujo nome verdadeiro é uma incógnita para mim. Uma mulher que conheço apenas por histórias, que tinha um gênio daqueles... Morreu não lembro de que, mas era velha e não tínhamos contato. Ela morava no interior de SP, muito longe de nós e fora minha avó, irmã dela, que sofreu muito, acho que nem minhas tias irmãs da minha mãe sofreram.
Depois dela, morreu a tia Ignês. Ela eu conhecia melhor. Lembro dela em várias ocasiões e ela esteve em itu, na casa da minha avó materna e conversamos e nos abraçamos antes de eu voltar de férias (outras em SP).
Gostava dela, apesar de ser uma tia também distante. E aprendi a admirar seu comportamento de boa mãe, boa filha (pelas histórias, obviamente), boa cristã. Ela sofreu muito com o câncer. Lutou bravamente contra ele durante três anos, mas não resistiu. O golpe final foi dado quando soube que há anos era traída por seu marido. Parece que ela se entregou. Quem não se entregaria? Foi sofrido, mas não chorei. Fiquei uns dias pensando naquilo... mas é a vida. Ela era uma senhora, bisavó.
Estava cansada de lutar com seu corpo.
Mas essa morte do tio Ailton, da Kátia, da Bruna e do Caio.... meu Deus! Que difícil tem sido!
Tudo tão "interrompido", todos novos, o choque de serem quatro, não apenas um, estarem passeando, ter ficado vida só uma mãe sem filhos e agora viúva!
Fazia anos que não chorava tanto! Agora as lágrimas parecem ter chegado ao fim, mas não consigo seguir normal ainda. Tenho me esforçado, tenho um marido muito compreensivo, tenho tentando manter as atividades regulares, mas não dá. Simplesmente não dá. Parece que ficou um pedaço da gente (falo por minhas tias, tios, meu pai - era irmão dele - meus avós) preso no cemitério de Ribeirão Pires. E falar, escrever, lembrar disso, dói.
Dói agudo, o peito sente uma fisgada, uma pontada... é físico mas é quase impossível descrever.
O que faz as emoções oscilarem tanto nem sei dizer. A perda parece maior agora.
A imagem dos quatro nos caixões. A risada boa do tio um dia antes dizendo que ainda tava em pé o plano de passar aqui em casa. A vontade de ligar para ele e não poder mais. A foto encontrada sem querer com o Caio no meu colo e todo mundo rindo com o biscoito de polvilho da vó que saíra do forno. As piadas de morte, sobre morte que o tio adorava contar. A Kátia se preparando para prestar vestibular no fim do ano. A Bruna pedindo para jogar no meu Palm. Cuidar do Caio para a Lídia tomar banho antes do culto. A imagem dos quatro nos caixões. As fotos deles no Orkut. A tiração de sarro do tio quando me encontrou pela primeira vez depois do meu casamento aqui em casa. O cuidado dele quando pensou que eu estivesse grávida e os conselhos para eu não tomar remédio para infecção urinária. O choro amargurado quando ele veio a primeira vez aqui em Rio Tinto, quando nos encontramos na rodoviária em Mamanguape e nos abraçamos. As lutas juntos. Os segredos que tínhamos. A alegria dele ao ver que finalmente aqui havia uma casa para obreiros. As dicas de eletrônicos. O amor forte pelo meu pai que nós dois compartilhávamos e o desejo de vê-lo na igreja. A imagem deles no caixão.. Os quatro caixões.
Não tem como esquecer nada disso. Nem sei se quero. Quero só que a vida encontre logo seu novo caminho se ser em meio à essa bagunça agora.
sábado, janeiro 26, 2008
Nárnia
Agradecemos por suas orações, pelas palavras sinceras de encorajamento, por chorarem conosco, por ajudarem com os recursos financeiros, por todo o apoio que sentimos de cada um.
Será sempre impossível devolver cada gesto e cada palavra amorosa que recebemos de vocês.
Que Deus, em sua infinita bondade e amor, os abençoe. É o que podemos desejar e pedir.
O tio Ailton gostava muito de histórias. Contava tantas quantas pudesse, o tempo inteiro.
Nos últimos meses, lia para sua filha de 7 anos "As crônicas de Nárnia" de C.S. Lewis. Ele tinha uma edição completa, linda, ilustrada - que já não se pode encontrar para comprar - e havia terminado "A cadeira de prata".
Não teve tempo de ler para ela a última parte do livro, "A última batalha". Mas não tem problema. Eles, Ailton, Kátia, Bruna e Caio, já passaram pela última batalha, venceram e podem desfrutar de "Nárnia" como não seria possível antes.
Se algo nos consola em nossa tristeza e em nossa dor, é a visão simples e infantil que Lewis nos deu. Podemos imaginar os 4 entrando em "Nárnia", pasmos diante de tanta beleza, alegres como jamais estiveram, rindo, brincando e desfrutando da plenitude da presença de Deus.
Dá para imaginar o tio de bermuda, camiseta pólo verde, o caio nos braços, a Bruna correndo na frente e a Kátia ao lado.
São coisas que desconhecemos, mas nutridas pela certeza de que um dia, demore quanto demorar, estaremos juntos e toda lágrima será enxugada de nosso rosto.
Deus seja louvado por essas vidas preciosas!
Abaixo, um pequeno trecho do livro que não pôde ser lido.
Um grande abraço a todos.
"E à medida que Ele falava, já não lhes parecia mais um leão. E as coisas que começaram a acontecer a partir daquele momento eram tão lindas e grandiosas que não consigo descrevê-las. Para nós, este é o fim de todas as histórias, e podemos dizer, com absoluta certeza, que todos viveram felizes para sempre. Para eles, porém, este foi apenas o começo da verdadeira história. Toda a vida deles neste mundo e todas as suas aventuras em Nárnia haviam sido apenas a capa e a primeira página do livro. Agora, finalmente, estavam começando o Capítulo Um da Grande História que ninguém na terra jamais leu: a história que continua eternamente e na qual cada capítulo é muito melhor do que o anterior"
As Crônicas de Nárnia - A Última Batalha, C.S. Lewis
domingo, janeiro 20, 2008
Dias Tristes
Um dia antes do aniversári domeu marido.
Passamos um dia 15 esquisito, meio "jururus" apesar do almoço especial de aniversário feito por pessoas muito atenciosas, muito queridas por nós.
No fim da tarde estávamos mais esquisitos ainda.
À noite meu marido foi ao culto na igreja e eu estava fazia algumas horas sentada, no mesmo lugar e muito entristecida.
Cerca de menos de uma hora depois de ele ter saído, meu pai me ligou e, por sua voz, soube imediantamente que as notícias seriam ruins.
Meu tio morreu. Estava em férias, depois de muito tempo. Ele e a família (3 filhos e a esposa) estavam a caminho da casa de um outro parente, onde descansariam. Tinham planos de passar em nossa casa no nordeste.
Mas em MG, um acidente os levou de todos nós.
Ele e seus 3 filhos morreram. A esposa está hospitalizada, mas vai se recuperar.
Nâo há nada que se possa falar para expressar nossa dor, nossa tristeza.
Era uma pessoa querida em nossavida, em nossa família inteira. Alguém que amava a Deus acima de tudo, que amava a família, vivia por ela. Alguém sempre presente, cuidadoso, sensato.
Não falo isso agora que morreu, mas graças a Deus, tive a oportunidade de falar isso para ele uns dias antes de sua viagem, menos de uma semana e também de ouvir sua risada um dia antes.
Sabemos que ele está melhor agora. Que se alegra inteiramente da presença de Deus de uma maneira que nenhum de nós, enquanto nessa terra, poderá desfrutar.
Mas a dor corrói. A dor dilacera nosso peito.
Nesse momento gostaria apenas de registrar o quanto o amava, e ainda amo e como tem sido ruim e dificil a saudade.
Mas nós nos veremos.
segunda-feira, janeiro 14, 2008
2008
Mas, nada a reclamar.
Com tudo isso, tem sido um ano proveitoso até agora e especialmente nesse fim de semana quando resolvemos muitas questões relativas à igreja aqui.
Logo trarei mudanças.
Andei olhando as visitas por dia e acho um desrespeito não ter colocado mais nada para quem anda vasculhando por aqui.
Conforme tinha mencionado uns posts atrás, estou me preparando para poder postar sobre minhas muitas descobertas no Ubuntu e acho que poderão ajudar aos iniciantes como eu.
Até mais.
* Em breve
segunda-feira, dezembro 24, 2007
Feliz Natal!!

Ok. Já postei agora mesmo, mas não lembrei que era Natal. Não que seja irrelevante, mas tenho uma visão ampla sobre essa data. É para mim algo muito especial pensar no nascimento do meu Salvador, mas tenho consciência também de que a data não foi bem essa... nem em mês, nem em anos, como contamos no calendário etc etc. Mas acho que isso tb é besteira. Porque a data errada não muda a importância do fato, mas o fato importante não se prende a uma data. Durante os últimos dias, ou melhor, as últimas noites, um grupo aqui da igreja saiu cantando pelas casas das pessoas na cidade. Ontem no culto só foram cantados hinos de natal. Hoje à noite teremos um jantar com a igreja. A data acaba virado apenas uma troca de formalidades entre as pessoas, e até as instituições que deveriam prezar pelo "verdadeiro sentido do Natal" acabam entrando na onda da "mesmice ritualísitca". Abaixo segue a letra de um hino antigo e bem simples, quase infantil, do que interessa de verdade não só nessa data, mas sempre:
241- Nascimento de Jesus
Mal supõe aquela gente
Que em Belém quer ir parar
Que uma liz tão refuilgente
Vai ali brilhar
É por anjos anunciado
E os pastores logo vêem
Que o Senhor por Deus mandado
Nasce em Belém
Vinde ouvir a doce história
Que nos altos céus nos vem
O Messias, rei da Glória
Nasce em Belém
Mundo triste, vem desperta
Teus grilhões desfeitos são
Tens a porta franca aberta
Sai da vil prisão
Não hesites duvidoso
Esse dom do céu provém;
Cristo, o Todo-Poderoso
Nasce em Belém
Proclamai a todo mundo
Toda raça, toda cor:
Cristo em seu amor profundo,
Salva o pecador!
Confiança Nele tende
Não desprezará ninguém
Vinde, os braços vos estende
Nasce em Belém
Piriri
Nessa última que acabou anteontem, nem se fala!
Corri demais, acabei ficando doente. Domingo passado recebi um golpe no estômago com uma notícia ruim prá caramba e passei mal antes do culto. Tive um piriri daqueles. Consegui ficar no culto, ainda que minhas entranhas tenham se movimentado além da conta umas duas ou três vezes.
Aí seguiu a semana com mais problemas para resolver, o caso do domingo martelando nossa cabeça aqui em casa, nós sem saber o que pensar e como ajudar as pessoas afetadas por ele...
Ontem, cera de uma hora ou mais antes do culto, comecei a sentrir cólicas intestinais muito fortes. Sabe aquela que até arrepia? Aff... foi essa...
Morei no banheiro por uma hora. Mas achei que tivesse passado, tomei banho e fui para o culto. Depois de 5 minutos me contraindo no púlpito, voltei para o banheiro de casa. Não teve jeito. Senti que estava desidratando e não só isso, mas minhas mãos começaram a ficar pálidas, eu passei a suar frio. Tive vontade de chamar meu marido, quem sabe me levar para tomar um soro no hospital, mas acabei desistindo.
Lá prás tantas, quase 9 da noite, já quase 3 horas agoniando, a dor passou e o intestino resolveu parar um pouco.
Ainda bem! Não aguentava mais!
Fui tomar uma sopa para dormir, mas tive nojo quando olhei no prato. Fiz um mingau de chocolate - daqueles de maizena - e foi o que bastou.
Fim de ano puxado.
Até para meu intestino, coitado.
sexta-feira, dezembro 07, 2007
07 de dezembro de 2007.
Quando era pequena ouvia as pessoas "maiores" comentando como faltava tempo para isso e aquilo, como a vida estava passando rapidamente e sinceramente, achava tudo tão distante da minha realidade... Meu tempo passava devagar. Quando mesmo eu teria 12 anos? E que falar dos 15?
Nem chegava a sonhar com os 18 porque sabia que seria uma eternidade até que eles viessem.
Mas percebi com o passar desse mesmo tempo, que ele tem várias faces e que se revela de maneira diferente a cada idade, conforme aquilo que cada uma pode entender, perceber.
Hoje eu mesma tenho a impressão de que tudo passa com muita velocidade, que os dias escoem pelas mãos como grãos de areia, aquela sensação que tinha quando era criança e brincava na praia, deixando a areia escapar entre os dedos se repete com o tempo e minha vida.
Mas não me queixo. Apenas observo.
E acho tudo muito bonito. Bonito ver que o tempo corre para mim e é tão letárgico para meus alunos de 5 anos na EBD, que nem entendem quanto tempo falta até o Natal.
Mas deixando tudo isso de lado, como disse Cecília Meireles, "o essencial é viver".
terça-feira, dezembro 04, 2007
Linux, eu consegui!!
No dia a dia, par editar texts, acessar a internet, trabalhar fotos etc até que ia tudo bem. Se precisava de um programa, era só procurar por ele num chat, site e depois baixar rapidamente, sem nenhum custo. Isso foi me animando.
Que falar das atualizações? Tudo rápido e fácil, muito diferente do que um usuário comum como eu, catequizado pelo Windows poderia imaginar.
Passei a ter problemas quando precisava de algum documento no laptop do meu marido e tinha que usar pen drive porque naõ sabia configurar uma rede.
Aí perguntei a um primo meu se seria possível essa rede entre os dois sistemas operacionais. Ele disse que sim, mas que eu precisaria de um "samba".
fala sério! Depois falou que talvez precisasse de "cups" para a impressora funcionar em rede... Tava me xingando e queria disfarçar...
Mas eu tentei achar esses troços.
Foi tudo caminhando bem, consegui compartilhar arquivos, mas nada de Internet. Tentei tudo o que li nos sites informativos, mas nada funcionava e sem capacidade suficiente para fazer um programa funcionar corretamente. Sabia que a culpa não era do Linux. Era minha, toda minha.
Ontem à tarde criei coragem e entrei num chat.
Alguém amistosamente se ofereceu a me ajudar e hoje pela manhã testei as configurações.
Ansiosa reiniciei tudo e nem sei descrever a emoção ao perceber que no Rwindows o Iexplorer abriu e as cores do site começaram a aparecer...
Obrigada aos colaboradores que me fizeram chegar até aqui!
Para mostrar minha gratidão, segue abaixo um poema que encontrei no site http://marcellino.wordpress.com/
Publicado em Setembro 20, 2007 por Marcellino Junior
Há dez anos você entrou na minha vida
E curou aquela minha ferida
Meu outro amor não era real
Vivia fingindo passar mal
Eu acordava todo animado
E ele ficava lá travado
Eu queria passear, navegar
Mas o único azul que ele me mostrava não era o mar
Já você amor, que parecia todo sombrio
Em pouco tempo me fez até ter arrepio
No início nossa relação foi complicada
Você ficava mudo, não falava nada
Hoje sei que eu estava enganado
Você só estava desconfigurado
Você me fez ver que eu poderia ser mais feliz
E como forma de gratidão eu também te refiz
Quero que saiba meu amor, que você é tudo pra mim
Se eu fosse uma geladeira, você seria o meu pinguim
Você sempre será o meu único sistema operacional
sábado, dezembro 01, 2007
quinta-feira, novembro 29, 2007
Aniversário de casamento
Dia 26 desse mês fiz dois anos de casada.
Foi um aniversário diferente, dentro do avião, porque justamente nesse dia voltávamos de São Luís.
Para ficar registrado direito, uma foto da gente lá.
Uns quilos a mais em mim, uns a menos nele, cabelo a mais em mim, cada dia menos nele e o tempo vai passando...
Aviso aos navegantes: casar é muito bom!
Paula, daqui um tempo eu sou mãe e vc tá enrolando o que?
