quarta-feira, julho 16, 2008
TB
Quando estava mais ou menos com 6 anos, minha mãe teve tuberculose. Fez tratamento um ano e lembro que ela ficou muito mais magra do que já era.
Fora isso, não tinha mais ouvido falar nessa doença mais. Ponto.
Fernando e eu chegamos no Brasil faz quase dois meses e assim que pisamos em SP ele começou a tossir. Isso não era exatamente novidade, porque ele é alérgico e SP tem clima maluco além de ser muito poluída. Mas a tosse persistiu e em uns 15 dias, ele tinha perdido quase 5 Kg. Fiquei muito preocupada, mas não tinha idéia do que poderia ser.
Ate que numa noite, ele foi fechar os portões e não parava de tossir. Voltou correndo e me mostru que estava "tossindo sangue".
Corremos para o pronto-socorro aqui da cidade, e o médico, muito aborrecido por ter sido acordado, disse que estávamos preocupados à toa, que não era nada. Insisti com ele, pedi uma radigrafia e ele sorriu, disse que era apenas tosse alérgica e que algum vasinho tinha se rompido pelo esforço da tosse.
Mas desde quado médico cala inquietação de mulher?? Antes de sair da sala dele, pedi para requisitar uma radiografia do tórax. Ele fez, com muita falta de vontade.
No dia seguinte, pela manhã quis ir à clínica e claro que o Fernando não quis. Homem é esquisito demais! Fica derrubado na cama com uam gripezinha e ao mesmo tempo nãõ tem coragem de fazer um exame detalhado porque acha que é sempre o fortão... ô besteira....
Mas ele foi e fez.
Uma semana depois o laudo chegou e a suspeita era de tuberculose mesmo. Depois de idas e vindas ao médico e mais exames para confirmar, ele começou o tratamento que deve durar 6 meses, no mínimo. Não se pode fazer tratamento mais curto.
Por que esse post?
Atenção:
* Tosse persistente por mais de 15 dias.
* Febre baixa no fim da tarde.
* Perda de peso.
* Perda de apetite.
* Suor noturno.
* Fraqueza progressiva.
São sintomas de tuberculose. Algumas pessoas são contaminadas pelo bacilo, mas porque estão com as defesas do organismo "em ordem", nem percebem o processo no corpo. Porém, resistência bixa, baixa imunidade, podem fazer com que o processo se desenvolva, trazendo o quadro acima.
Dois casos de pessoas muito próximas a mim, minha mãe e meu marido. Com certeza há outras muitas pessoas pelo nosso país passando pela mesma coisa, e sem saber.
O tratamento é fácil, gratuito, simples e completamente eficaz. Mas é preciso procurar o médico o quanto antes e ter paciência par atomar os remédios por 6 meses.
Era isso.
segunda-feira, julho 14, 2008
Desbloqueio de Celular Oi
Esses dias resolvi comprar um chip da Tim para falar com uma amiga de SP e com a família tb. Todos têm Tim lá e a ligação para a operadora referida custa o preço de uma ligação local, o que é um excelente negócio.
Quando coloquei no meu aparelho para testar, tan-tan!! Bloqueado!
Meu aparelho ainda é da época recente em que a Oi vendia aparelhos bloqueados.
Agora há a lei, que nos permite desbloquear gratuitamente o aparelho em qualquer loja, mas com meu marido doente (TB, next post) achei melhor tentar pela internet mesmo.
Acabei achando um post com a chave de ouro para minha questão.
http://desbloqueioaparelho.novaoi.com.br/
Basta entrar nesse site, que salientando, serve apenas para aparelhos Oi, digitar o seu IMEI e pronto. Ele te dá o código de desbloqueio, subsídio, ou pin rede - chame como quiser.
No post em que eu encontrei, o autor disse que só abriria em Iexplorer. Uso Firefox e abriu aqui, sem problemas, quando cliquei no link dele. Isso é algo a considerar, porque quando digitei o site, não abriu, mas pelo link, sim.
Meu celular é Motorola. Bastou inserir o novo chip (Tim) e ligar. Ele pediu o pin rede e coloquei o código recebido. Procure saber como é com o seu celular.
Se naõ conseguir ou se seu aparelho for de outra operadora, vá até uma loja e peça para fazerem o servicinho de um minuto para vc. E DE GRAÇA!!
Não caia no conto dos R$5,00. Lei é lei e esse direito é nosso.
Tô cansada dessas empresas de telefonia encherem os picuás e a gente não fazer nada.
Espero ser útil para alguém.
quinta-feira, junho 26, 2008
Gump
Facílimo! Botas!
Parece que tenho sina de ter problema com os pés e pernas... Quando era pequena, era um troço chato para dormir, uma bota com pinos em baixo e que tinha uma barra de ferro separando um pé do outro.
Esses dias, uma inflamação debaixo do osso do meu pé me colocou outra vez de Forrest.
É a vida. E voltei a deixar tudo claro aqui porque tava cansada de ficar de luto.
quarta-feira, junho 25, 2008
Não há nada novo sobre a terra...
terça-feira, abril 29, 2008
Quase em casa!!
domingo, abril 13, 2008
Mai putim...
A vida eh mais cara do que se pode imaginar, mas ainda mantenho a ideia de que certas pessoas sabem piorar as coisas e outras sabem melhorar..
Fazer o que?
O "tour" estah ainda na metade. Lista de coisas legais e estressantes depois, quando houver mais tempo e menos olhos.
Olhos sao coisas muito incriveis!
A Lidia me escreveu. Pareceu tentar parecer bem, mas gostaria de saber que eh realmente o que eh.
Nada de saudades do Brasil. Sinto saudades da minha casa e da minha cama. A gente roda, roda e nao existe cama melhor que a minha. Sinto saudades da Sofia. E acho que o resto eh resto mesmo. Comida e gente eh tudo igual e tudo diferente em todo lugar. Mas minha casa nao. E parte dela eh meu marido, que eta aqui.
Terziu!
segunda-feira, março 31, 2008
Espanha
O lugar eh bonito (Malberia) e a circunvinhanca tb. O clima eh agradavel, o dia eh claro ateh depois das 7 da noite, quando comeca a querer escurecer. A gente pensa que ainda sao umas 4 da tarde, e sao 7. Eh interessante.
Bom, alem disso, nao experimentei comidas exatamente culturais, porque tenho percebido que a globalizacao jah tomou conta dos restaurantes e estomagos, alem do fatro de estar hospedada num apto com romenos... Isso certamente dificultou a pureza alimenticia (???)
Fotos aqui, soh quando tiver tempo de verdade, o que tah dificil e internet nao eh de graca...
O mundo moderno eh tb caro.
domingo, março 16, 2008
Lembrando o que naum se esquece...
Mas mes passado naum tive tempo nem como ficar atras disso e soh hoje consegui me lembrar de dar uma busca.
Achei.
Um artido no BP.
Colocarei aqui assim que puder.
Hoje achei um exemplo para mostrar a sensacao que tenho o tempo inteiro.
Eh como se existisse uma realidade que naum fosse compativel com o que vejo.
Eh como o tomate da Romenia. Sei que eh tomate pela forma, pela cara, pela cor, pela placa na vendinha, pelo cheiro. Mas quando como, parece que eh isopor.
Sinto-me assim em relacaum a tudo por aqui, aqui em minha vida.
Naum sei se gostaria que o tomate fosse realmente isopor ou que ele fosse realmente tomate.
sábado, março 15, 2008
- 4
Nao tenho acentos no teclado, logo, a postagem "soarah" errada. Por isso, dentre outras coisas, serah curta.
Estamos bem. O clima eh bom e tenho visto um monte de arvorinhas ficarem verdes.
O ar mais frio, dormir ateh mais tarde, comer comida que outros fizeram e nao ter obrigacao na igreja tem feito com que eu descanse mais.
Minha pele estah horrorosa. Toda vez que viajo ela fica assim, com uma irritaxao, fica avermelhada, como se fossem sair espinhas enormes.
Acho que bebo pouca agua fora de casa e acho que como mais coisas fritas do que deveria.
Se uma coisa fica ruim, outra melhora prah compensar.
Emagreci mais um pouco!!
Depois que casei, na verdade, depois que comecei o tratamento para cistos, engordei quase 5kg.
Isso estava me chateando junto a outras coisas.
Queria emagrecer, mas nao conseguia. Nao sou comilona, em casa usamos coisas saudaveis...
Por fim, decidi comecar a me preparar para engravidar e parei de tomar o anticoncepcional. Os cistos jah nao sao um problema e naturalmente tenho emagrecido.
Perdi 4 desses 5kg.
Descobri isso ontem.
Encontrei umas pessoas que vi dois anos atras e contei que tinha engordado. Elas acharam estranho eu falar isso e disseram que nao achavam. Claro... as pessoas gostam dessa besteira de falsos elogios.
Mas, resolvi me pesar e surpresa!! Emagreci 4 kg!! Fata apenas um para chegar no que tinha no dia do casamento. Eh bom. Por isso me sinto um pouco melhor nas roupas...
Bom, uma noticia boa depois de tantas outras ruins...
Eh besteira, uma coisa superflua, eh verdade, mas a vida eh feita de momentos e coisas como essa.
segunda-feira, março 03, 2008
Viagem
Tínhamos decidido desde o ano passado que precisávamos viajar esse ano para a Romênia. Não é exatamente um passeio, mas nem deixa de ser.
Vamos resolver coisas de documentação e aproveitar para rever família, amigos, colegas, parceiros de trabalho e assim por diante.
Serão 3 meses. Sentir frio acho que vai me fazer bem... pegaremos o fim do outono e o começo da primavera.
Será bom ver a primavera onde tem primavera.
Tô mesmo querendo ver algo mudar do estado de sem para com vida.
Lembro das árvores do bosque de Plopeni. Secas, cobertas pela neve.
Tudo aparentando ter morrido... menos os pinheiros, é claro! Eles são algo à parte.
Chegar lá e ter a oportunidade de ver a renovação da natureza deve trazer algo de bom. Por aqui é época das lagartas virarem borboletas. Avistei as primeiras duas ontem pela manhã. Agora verei galhos secos voltarem a ser árvores.
A natureza se renova o tempo inteiro, em todos os lugares, à sua maneira.
Torço para que certas vidas que me rodeiam passem pelo mesmo processo de renovação em nossa ausência.
Tô cansada de gente que tá vida, mas vive como se estivesse morta.
Aff... como ando fúnebre!
Vai passar, Carolina, vai passar...
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Meu aniversário
Senti-me estranha durante a manhã, como se fosse errado eu completar mais um "ano de vida". Parece que comemorar a vida é algo ofensivo nesse momento. Sei que não é, que a vida segue etc etc mas a sensação foi essa.
Esse ano nossa família não deveria fazer aniversário. Cada família deveria ter o direito de não fazer aniversário durante o ano da perda de parentes próximos. Seria facultativo, porque somos um país democrático (somos??) e seria injusto e feriria a constituição se obrigássemos todos a fazer a mesma coisa.
E deveria também ser um ano por direito "sabático".
Quem consegue trabalhar direito ao perder quatro parentes amados?
Vamos mudar as leis! Vamos vestir a camisa dos enlutados desse país!
E tudo, de um jeito ou de outro, é política.
Fome
Criança desnutrida na África.
Se antes eu precisava desses lembretes, agora dependo deles.
Porque existe dor maior que a nossa. Sempre. Em algum lugar.
Não somos os mais sofridos desse mundo, os que enfrentam dificuldades. Essa dói em nós hoje, mas e a dor de todos e tantas dores diárias que ignoramos?
Choramos a morte de nossos queridos.
Mas alguns choram a necessidade de sobreviver.
Choro a saudade de alguém que se foi, mas posso pegar um avião e encontrar meus parentes vivos e dar-lhes um abraço.
Mas alguns choram o abandono perpétuo.
Quantas famílias choram todos os dias dores iguais à nossa, maiores que a nossa?
As vítimas da guerra. Do Iraque, do Afeganistão, de Israel. A repressão cubana. As tribos africanas. Os bebês assassinados nas nossas tribos, tirados de suas mães com os peitos fartos de leite.
Seria muito mesquinho me fechar em minha dor. Ela é grande, não a minimizo. Ela é forte, não a subestimo. Mas estou aqui, no conforto da minha casa. Durmo ao lado de meu marido. Escrevo num computador.
E sou livre. Saudável.
Acredito que um dos remédios agora seja olhar para a dor alheia.
Porque tem sim, sofrimento maior que o nosso.
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Sentimentos...
Perdi minha bisavó, mas ela estava "passando da hora de morrer", quero dizer, muito velha, com sinais de esclerose, a mente não muito são mais fazia algum tempo. Às vezes reconhecia a família, às vezes não. E ela estava velhinha. Nós "esperávamos" que morresse.
Fora isso, morreu um tio do meu pai, o Samuel, que se conheci, era bebê. Não fez tanta diferença e pouco tempo atrás morreu um outro tio dele, o Levi. Foi uma morte triste, ruim e que ficou entalada na nossa goela, por causa de como aconteceu. Ele foi atropelado enquanto atravessava uma avenida perto da casa da irmã dele (minha avó). Ficou internado uns dias e morreu. Ele era alegre, brincalhão, cantava tocava violão. Era muito legal chegar na casa dos meus avós, sentir o cheiro de café e ver os três, minha avó, meu avô e o tio Levi, cantarolando um hino a três vozes... Era legal também quando se apresentavam na igreja.
Ele sofreu o acidente enquanto eu estava dentro do avião, voltando das férias em SP aqui para minha bat-casa. Tínhamos nos visto um dia antes. Ele tinha me dado aquele super abraço "põe-coluna-no-lugar". Fiquei triste. Não chorei. Passei uns dias sem entender. Mas mesmo assim, era um avô, quase bisavô. Tinha feito tudo o que se espera que um homem faça na vida - em nossa vã e supérflua filosofia, claro - e apesar da morte naõ ser natural, a ordem cronológica mais ou menos foi.
Por parte de mãe também sofremos a morte de algumas tias dela. Tia Nega, cujo nome verdadeiro é uma incógnita para mim. Uma mulher que conheço apenas por histórias, que tinha um gênio daqueles... Morreu não lembro de que, mas era velha e não tínhamos contato. Ela morava no interior de SP, muito longe de nós e fora minha avó, irmã dela, que sofreu muito, acho que nem minhas tias irmãs da minha mãe sofreram.
Depois dela, morreu a tia Ignês. Ela eu conhecia melhor. Lembro dela em várias ocasiões e ela esteve em itu, na casa da minha avó materna e conversamos e nos abraçamos antes de eu voltar de férias (outras em SP).
Gostava dela, apesar de ser uma tia também distante. E aprendi a admirar seu comportamento de boa mãe, boa filha (pelas histórias, obviamente), boa cristã. Ela sofreu muito com o câncer. Lutou bravamente contra ele durante três anos, mas não resistiu. O golpe final foi dado quando soube que há anos era traída por seu marido. Parece que ela se entregou. Quem não se entregaria? Foi sofrido, mas não chorei. Fiquei uns dias pensando naquilo... mas é a vida. Ela era uma senhora, bisavó.
Estava cansada de lutar com seu corpo.
Mas essa morte do tio Ailton, da Kátia, da Bruna e do Caio.... meu Deus! Que difícil tem sido!
Tudo tão "interrompido", todos novos, o choque de serem quatro, não apenas um, estarem passeando, ter ficado vida só uma mãe sem filhos e agora viúva!
Fazia anos que não chorava tanto! Agora as lágrimas parecem ter chegado ao fim, mas não consigo seguir normal ainda. Tenho me esforçado, tenho um marido muito compreensivo, tenho tentando manter as atividades regulares, mas não dá. Simplesmente não dá. Parece que ficou um pedaço da gente (falo por minhas tias, tios, meu pai - era irmão dele - meus avós) preso no cemitério de Ribeirão Pires. E falar, escrever, lembrar disso, dói.
Dói agudo, o peito sente uma fisgada, uma pontada... é físico mas é quase impossível descrever.
O que faz as emoções oscilarem tanto nem sei dizer. A perda parece maior agora.
A imagem dos quatro nos caixões. A risada boa do tio um dia antes dizendo que ainda tava em pé o plano de passar aqui em casa. A vontade de ligar para ele e não poder mais. A foto encontrada sem querer com o Caio no meu colo e todo mundo rindo com o biscoito de polvilho da vó que saíra do forno. As piadas de morte, sobre morte que o tio adorava contar. A Kátia se preparando para prestar vestibular no fim do ano. A Bruna pedindo para jogar no meu Palm. Cuidar do Caio para a Lídia tomar banho antes do culto. A imagem dos quatro nos caixões. As fotos deles no Orkut. A tiração de sarro do tio quando me encontrou pela primeira vez depois do meu casamento aqui em casa. O cuidado dele quando pensou que eu estivesse grávida e os conselhos para eu não tomar remédio para infecção urinária. O choro amargurado quando ele veio a primeira vez aqui em Rio Tinto, quando nos encontramos na rodoviária em Mamanguape e nos abraçamos. As lutas juntos. Os segredos que tínhamos. A alegria dele ao ver que finalmente aqui havia uma casa para obreiros. As dicas de eletrônicos. O amor forte pelo meu pai que nós dois compartilhávamos e o desejo de vê-lo na igreja. A imagem deles no caixão.. Os quatro caixões.
Não tem como esquecer nada disso. Nem sei se quero. Quero só que a vida encontre logo seu novo caminho se ser em meio à essa bagunça agora.
sábado, janeiro 26, 2008
Nárnia
Agradecemos por suas orações, pelas palavras sinceras de encorajamento, por chorarem conosco, por ajudarem com os recursos financeiros, por todo o apoio que sentimos de cada um.
Será sempre impossível devolver cada gesto e cada palavra amorosa que recebemos de vocês.
Que Deus, em sua infinita bondade e amor, os abençoe. É o que podemos desejar e pedir.
O tio Ailton gostava muito de histórias. Contava tantas quantas pudesse, o tempo inteiro.
Nos últimos meses, lia para sua filha de 7 anos "As crônicas de Nárnia" de C.S. Lewis. Ele tinha uma edição completa, linda, ilustrada - que já não se pode encontrar para comprar - e havia terminado "A cadeira de prata".
Não teve tempo de ler para ela a última parte do livro, "A última batalha". Mas não tem problema. Eles, Ailton, Kátia, Bruna e Caio, já passaram pela última batalha, venceram e podem desfrutar de "Nárnia" como não seria possível antes.
Se algo nos consola em nossa tristeza e em nossa dor, é a visão simples e infantil que Lewis nos deu. Podemos imaginar os 4 entrando em "Nárnia", pasmos diante de tanta beleza, alegres como jamais estiveram, rindo, brincando e desfrutando da plenitude da presença de Deus.
Dá para imaginar o tio de bermuda, camiseta pólo verde, o caio nos braços, a Bruna correndo na frente e a Kátia ao lado.
São coisas que desconhecemos, mas nutridas pela certeza de que um dia, demore quanto demorar, estaremos juntos e toda lágrima será enxugada de nosso rosto.
Deus seja louvado por essas vidas preciosas!
Abaixo, um pequeno trecho do livro que não pôde ser lido.
Um grande abraço a todos.
"E à medida que Ele falava, já não lhes parecia mais um leão. E as coisas que começaram a acontecer a partir daquele momento eram tão lindas e grandiosas que não consigo descrevê-las. Para nós, este é o fim de todas as histórias, e podemos dizer, com absoluta certeza, que todos viveram felizes para sempre. Para eles, porém, este foi apenas o começo da verdadeira história. Toda a vida deles neste mundo e todas as suas aventuras em Nárnia haviam sido apenas a capa e a primeira página do livro. Agora, finalmente, estavam começando o Capítulo Um da Grande História que ninguém na terra jamais leu: a história que continua eternamente e na qual cada capítulo é muito melhor do que o anterior"
As Crônicas de Nárnia - A Última Batalha, C.S. Lewis
domingo, janeiro 20, 2008
Dias Tristes
Um dia antes do aniversári domeu marido.
Passamos um dia 15 esquisito, meio "jururus" apesar do almoço especial de aniversário feito por pessoas muito atenciosas, muito queridas por nós.
No fim da tarde estávamos mais esquisitos ainda.
À noite meu marido foi ao culto na igreja e eu estava fazia algumas horas sentada, no mesmo lugar e muito entristecida.
Cerca de menos de uma hora depois de ele ter saído, meu pai me ligou e, por sua voz, soube imediantamente que as notícias seriam ruins.
Meu tio morreu. Estava em férias, depois de muito tempo. Ele e a família (3 filhos e a esposa) estavam a caminho da casa de um outro parente, onde descansariam. Tinham planos de passar em nossa casa no nordeste.
Mas em MG, um acidente os levou de todos nós.
Ele e seus 3 filhos morreram. A esposa está hospitalizada, mas vai se recuperar.
Nâo há nada que se possa falar para expressar nossa dor, nossa tristeza.
Era uma pessoa querida em nossavida, em nossa família inteira. Alguém que amava a Deus acima de tudo, que amava a família, vivia por ela. Alguém sempre presente, cuidadoso, sensato.
Não falo isso agora que morreu, mas graças a Deus, tive a oportunidade de falar isso para ele uns dias antes de sua viagem, menos de uma semana e também de ouvir sua risada um dia antes.
Sabemos que ele está melhor agora. Que se alegra inteiramente da presença de Deus de uma maneira que nenhum de nós, enquanto nessa terra, poderá desfrutar.
Mas a dor corrói. A dor dilacera nosso peito.
Nesse momento gostaria apenas de registrar o quanto o amava, e ainda amo e como tem sido ruim e dificil a saudade.
Mas nós nos veremos.
segunda-feira, janeiro 14, 2008
2008
Mas, nada a reclamar.
Com tudo isso, tem sido um ano proveitoso até agora e especialmente nesse fim de semana quando resolvemos muitas questões relativas à igreja aqui.
Logo trarei mudanças.
Andei olhando as visitas por dia e acho um desrespeito não ter colocado mais nada para quem anda vasculhando por aqui.
Conforme tinha mencionado uns posts atrás, estou me preparando para poder postar sobre minhas muitas descobertas no Ubuntu e acho que poderão ajudar aos iniciantes como eu.
Até mais.
* Em breve
segunda-feira, dezembro 24, 2007
Feliz Natal!!

Ok. Já postei agora mesmo, mas não lembrei que era Natal. Não que seja irrelevante, mas tenho uma visão ampla sobre essa data. É para mim algo muito especial pensar no nascimento do meu Salvador, mas tenho consciência também de que a data não foi bem essa... nem em mês, nem em anos, como contamos no calendário etc etc. Mas acho que isso tb é besteira. Porque a data errada não muda a importância do fato, mas o fato importante não se prende a uma data. Durante os últimos dias, ou melhor, as últimas noites, um grupo aqui da igreja saiu cantando pelas casas das pessoas na cidade. Ontem no culto só foram cantados hinos de natal. Hoje à noite teremos um jantar com a igreja. A data acaba virado apenas uma troca de formalidades entre as pessoas, e até as instituições que deveriam prezar pelo "verdadeiro sentido do Natal" acabam entrando na onda da "mesmice ritualísitca". Abaixo segue a letra de um hino antigo e bem simples, quase infantil, do que interessa de verdade não só nessa data, mas sempre:
241- Nascimento de Jesus
Mal supõe aquela gente
Que em Belém quer ir parar
Que uma liz tão refuilgente
Vai ali brilhar
É por anjos anunciado
E os pastores logo vêem
Que o Senhor por Deus mandado
Nasce em Belém
Vinde ouvir a doce história
Que nos altos céus nos vem
O Messias, rei da Glória
Nasce em Belém
Mundo triste, vem desperta
Teus grilhões desfeitos são
Tens a porta franca aberta
Sai da vil prisão
Não hesites duvidoso
Esse dom do céu provém;
Cristo, o Todo-Poderoso
Nasce em Belém
Proclamai a todo mundo
Toda raça, toda cor:
Cristo em seu amor profundo,
Salva o pecador!
Confiança Nele tende
Não desprezará ninguém
Vinde, os braços vos estende
Nasce em Belém
Piriri
Nessa última que acabou anteontem, nem se fala!
Corri demais, acabei ficando doente. Domingo passado recebi um golpe no estômago com uma notícia ruim prá caramba e passei mal antes do culto. Tive um piriri daqueles. Consegui ficar no culto, ainda que minhas entranhas tenham se movimentado além da conta umas duas ou três vezes.
Aí seguiu a semana com mais problemas para resolver, o caso do domingo martelando nossa cabeça aqui em casa, nós sem saber o que pensar e como ajudar as pessoas afetadas por ele...
Ontem, cera de uma hora ou mais antes do culto, comecei a sentrir cólicas intestinais muito fortes. Sabe aquela que até arrepia? Aff... foi essa...
Morei no banheiro por uma hora. Mas achei que tivesse passado, tomei banho e fui para o culto. Depois de 5 minutos me contraindo no púlpito, voltei para o banheiro de casa. Não teve jeito. Senti que estava desidratando e não só isso, mas minhas mãos começaram a ficar pálidas, eu passei a suar frio. Tive vontade de chamar meu marido, quem sabe me levar para tomar um soro no hospital, mas acabei desistindo.
Lá prás tantas, quase 9 da noite, já quase 3 horas agoniando, a dor passou e o intestino resolveu parar um pouco.
Ainda bem! Não aguentava mais!
Fui tomar uma sopa para dormir, mas tive nojo quando olhei no prato. Fiz um mingau de chocolate - daqueles de maizena - e foi o que bastou.
Fim de ano puxado.
Até para meu intestino, coitado.
sexta-feira, dezembro 07, 2007
07 de dezembro de 2007.
Quando era pequena ouvia as pessoas "maiores" comentando como faltava tempo para isso e aquilo, como a vida estava passando rapidamente e sinceramente, achava tudo tão distante da minha realidade... Meu tempo passava devagar. Quando mesmo eu teria 12 anos? E que falar dos 15?
Nem chegava a sonhar com os 18 porque sabia que seria uma eternidade até que eles viessem.
Mas percebi com o passar desse mesmo tempo, que ele tem várias faces e que se revela de maneira diferente a cada idade, conforme aquilo que cada uma pode entender, perceber.
Hoje eu mesma tenho a impressão de que tudo passa com muita velocidade, que os dias escoem pelas mãos como grãos de areia, aquela sensação que tinha quando era criança e brincava na praia, deixando a areia escapar entre os dedos se repete com o tempo e minha vida.
Mas não me queixo. Apenas observo.
E acho tudo muito bonito. Bonito ver que o tempo corre para mim e é tão letárgico para meus alunos de 5 anos na EBD, que nem entendem quanto tempo falta até o Natal.
Mas deixando tudo isso de lado, como disse Cecília Meireles, "o essencial é viver".
terça-feira, dezembro 04, 2007
Linux, eu consegui!!
No dia a dia, par editar texts, acessar a internet, trabalhar fotos etc até que ia tudo bem. Se precisava de um programa, era só procurar por ele num chat, site e depois baixar rapidamente, sem nenhum custo. Isso foi me animando.
Que falar das atualizações? Tudo rápido e fácil, muito diferente do que um usuário comum como eu, catequizado pelo Windows poderia imaginar.
Passei a ter problemas quando precisava de algum documento no laptop do meu marido e tinha que usar pen drive porque naõ sabia configurar uma rede.
Aí perguntei a um primo meu se seria possível essa rede entre os dois sistemas operacionais. Ele disse que sim, mas que eu precisaria de um "samba".
fala sério! Depois falou que talvez precisasse de "cups" para a impressora funcionar em rede... Tava me xingando e queria disfarçar...
Mas eu tentei achar esses troços.
Foi tudo caminhando bem, consegui compartilhar arquivos, mas nada de Internet. Tentei tudo o que li nos sites informativos, mas nada funcionava e sem capacidade suficiente para fazer um programa funcionar corretamente. Sabia que a culpa não era do Linux. Era minha, toda minha.
Ontem à tarde criei coragem e entrei num chat.
Alguém amistosamente se ofereceu a me ajudar e hoje pela manhã testei as configurações.
Ansiosa reiniciei tudo e nem sei descrever a emoção ao perceber que no Rwindows o Iexplorer abriu e as cores do site começaram a aparecer...
Obrigada aos colaboradores que me fizeram chegar até aqui!
Para mostrar minha gratidão, segue abaixo um poema que encontrei no site http://marcellino.wordpress.com/
Publicado em Setembro 20, 2007 por Marcellino Junior
Há dez anos você entrou na minha vida
E curou aquela minha ferida
Meu outro amor não era real
Vivia fingindo passar mal
Eu acordava todo animado
E ele ficava lá travado
Eu queria passear, navegar
Mas o único azul que ele me mostrava não era o mar
Já você amor, que parecia todo sombrio
Em pouco tempo me fez até ter arrepio
No início nossa relação foi complicada
Você ficava mudo, não falava nada
Hoje sei que eu estava enganado
Você só estava desconfigurado
Você me fez ver que eu poderia ser mais feliz
E como forma de gratidão eu também te refiz
Quero que saiba meu amor, que você é tudo pra mim
Se eu fosse uma geladeira, você seria o meu pinguim
Você sempre será o meu único sistema operacional
sábado, dezembro 01, 2007
quinta-feira, novembro 29, 2007
Aniversário de casamento
Dia 26 desse mês fiz dois anos de casada.
Foi um aniversário diferente, dentro do avião, porque justamente nesse dia voltávamos de São Luís.
Para ficar registrado direito, uma foto da gente lá.
Uns quilos a mais em mim, uns a menos nele, cabelo a mais em mim, cada dia menos nele e o tempo vai passando...
Aviso aos navegantes: casar é muito bom!
Paula, daqui um tempo eu sou mãe e vc tá enrolando o que?
quarta-feira, novembro 28, 2007
Maranhão 2
terça-feira, novembro 27, 2007
Maranhão 1
Fui para o Maranhão! Uhu!!
Lindo o lugar, aliás, os lugares e vou me esforçar para publicar fotos. Como cheguei hoje de madrugada e ainda estou morta de cansaço, quero só comentar que achei São Luís muito limpa, uma cidade mais organizada do qeu pensava.
Gostei do sotaque dos maranhenses, da comida deles e quero deixar gravado o quanto fui bem recebida lá. Ô povinho agradável!
Ficamos na casa dos pais de um pastor amigo do meu marido e realmente nos sentimos muito bem.
Gentes e lugares para não esquecer nunca.
Quem sabe volto lá um dia?
Fotos amanhã, quando eu achar o dvd onde elas estão...
sexta-feira, novembro 09, 2007
Linux - eu vou conseguir!! uhu!!
Meu consultor particular gratuito tem um emprego e não pode ficar simplesmente à minha disposição.
Então arregacei as mangas, preparei a cadeira e a água e fiquei sentada aqui até conseguir pelo menos ter acesso aos documentos do laptop que está com o pai da lerdeza (Windows, para ser mais clara).
Consegui!! Quase 1 da matina, mas consegui.
Aí hoje pela manhã quando abri o pc pensando que continuaria de onde havia parado, percebi que estava redondamente enganada porque estava tudo na estaca zero. Um pouco mais rápido consegui dar um jeito, mas e a Internet?
Como faço para compartilhar a Internet?
As dicas que encontrei até agora não servem para o meu caso. A que parecia servir, faz com que eu perca o comparitlhamento das pastas...
Ou seja, ainda tenho um longo caminho pela frente.
Para meu consolo, dois programas de que precisava muito já localizei.
Mas sabe o que vou fazer?
Se realmente conseguir resolver todos os meus problemas e continuar com o Linux, vou publicar aqui no Blog o passo-a-passo com fotos sobre como configurar rede, como instalar programas, como mudar o visual, todas as coisas que os leigos querem fazer e não conseguem.
Os fóruns existem mas são técnicos demais, então farei algo simples.
Notícias do universo aqui do meu pc a qualquer momento.
quinta-feira, novembro 08, 2007
Linux
Sou uma usuária comum, que abusa do espaço que tem, mas não fica baixando tralha da internet. Pesa meu trabalho e pesa muito o trabalho do meu marido.
Estamos com uma super máquina agora e isso me deu esperanças de tentar novamente me adaptar ao Linux.
Mas tá difícil... porque nós, pobres mortais, queremos coisas simples, que não exijam programar nada. Queremos simplesmente instalar uma placa no pc e tê-la funcionando completamente, sem fazer adaptações demais e explorando seus recursos ao máximo.
Mas é difícil...
No meu caso, ainda tenho quem me ajude o tempo inteiro e me faça ter um pouco mais de paciência nessa fase de adaptação, mas e quem não tem?
Não seria legal se todo mundo pudesse usar Linux, de graça ou por pouquíssimo, e ainda conseguindo realizar todas as tarefas necessárias?
E não seria mais legal ainda se os fabricantes de placas e de software pensassem masi em nós, normais que preferem Linux ao pesado Windows XP ou ao absurdo Vista?
Novamente protesto numa área que não é minha, mas o espaço aqui é =] e sei que tem muita gente que pensa como eu.
Não fazemos questão de que seja "bonitinho", cheio de fru-frus, mas queremos algo que funcione, só.
Eu nem tô aí pras funções do MSN novo, aqueles trocinhos barulhentinhos, mesmo que eles tenham graça. Prefiro um negócio mais feiosinho feito o Gaim, mas que não dê pau.
Dá prá entender?
De não programador para programador. Dado o recado no ar.
* Agradecimentos ao Tiago que presta consultoria quase 24h seguidas. A comida tá garantida quando vier.
sábado, novembro 03, 2007
Para eu me lembrar sempre

Que me façam lembrar que enquanto posso fazer a comida que eu quiser em casa, outros não podem sequer comer.
Que pago mensalmente por acesso à internet, um mundo que outros tantos desconhecem.
Que devo ser grata por aquilo que me cerca, pela vida que tenho, amigos, igreja, meu marido, família, porque são bênçãos especiais das quais outros não podem desfrutar.
E quero lembrar sempre que essa diferença não me faz melhor que eles, nem tampouco tenho outras oportunidades porque sou melhor.
São apenas pessoas, como eu, nascidas num contexto diferente e poderia ser eu ali.
Sem demagogia, sem apelos, por favor. Apenas está aqui mais um pouquinho de outra gente.
Como a gente.
quinta-feira, novembro 01, 2007
Tacos II (Tortillas/Burritos/Fajitas)
Uma comum e conhecida é o taco de milho, aquele crocante. Esse aqui é crocante, só que de farinha, certo? É muito gostoso, fácil, rápido e resolve o problema de quem ,como eu, não tem onde comprar feito algo mais "original".
Conforme o prometido, aqui está.
Ingredientes da Massa: (2 pessoas)
2 xícaras de farinha de trigo
2 colheres de sopa de gordura vegetal hidrogenada ou manteiga mesmo
1/2 colher de chá de sal
1/2 xícara de água morna
Modo de Preparo:
É bom que a gordura ou manteiga esteja na temperatura ambiente. Coloque a farinha numa vasilha, no meio dela a manteiga, faça uma "farofa" e depois vá misturando a água morna. Se a manteiga tiver sal, não precisa colocar mais. Se fizer com gordura, precisa.
A massa fica elástica. Deixe descansar pelo menos meia horinha e depois divida a massa em 8 bolinas. Abra o disco e frite em frigideira quente. Pronto.
Para rechear pode usar guacamole, carne em tirinhas, bem temperada e frita, linguiça esmiuçada, cogumelos, frango desfiado, queijo, tomates picados, alface fatiado... o que quiser.
E bastante pimenta, claro.
Pofta Buna!
quarta-feira, outubro 31, 2007
31 de Outubro - Dia da Reforma
Hoje é dia da Reforma Protestante.
É um dia especial para mim.
Por causa de grandes homens que erraram e acertaram no passado estou aqui, sou quem sou.
Todos nós temos uma história que se conecta a todas as outras que já foram e a minha tem forte ligação com essa data.
Não me prestarei a fazer comentários sobre o que aconteceu etc etc... quem quiser, pesquise melhor ou pergunte. Não é um blog de história.
Mas quero deixar gravado que me lembrei dessa data, que amo minha história e me orgulho das conquistas obtidas por causa disso.
Los Hermanos

Composição: Atahualpa Yupanqui
Yo tengo tantos hermanos
Que no los puedo contar
En el vale en la montaña
En la pampa y en el mar
Cada cual con sus trabajos
Con sus sueños cada cual
Con la esperanza adelante
Con los recuerdos de trás
Yo tengo tantos hermanos
Que no los puedo contar
Gente de mano caliente
Por eso de la amistad
Con um lloro para llorarlo
Con un rezo para rezar
Con un horizonte abierto
Que siempre esta más allá
Y esa fuerza pa buscarlo
Con tezón y voluntad
Cuando parece más cerca
Es cuando se aleja más
Yo tengo tantos hermanos
Que no los puedo contar
Y asi seguimos andando
Curtidos de soledad
Nos perdemos por el mundo
Nos volvemos a encontrar
Y asi nos reconocemos
Por el lejano mirar
Por las coplas que mordemos
Semillas de imensidad
E asi seguimos andando
Curtidos de soledad
Y en nosotros nuestros muertos
Pa que nadie quede atrás
Yo tengo tantos hermanos
Que no los puedo contar
Y una hermana muy hermosa
Que se llama libertad
segunda-feira, outubro 29, 2007
Tacos e desejos
Me deu vontade de comer trufas originais, não bombons recheados como tenho visto por todo lado... depois tive vontade de comer pimentões recheados... e a última foi de comer tacos mexicanos.
Não estou grávida, até onde sei.
Foi só desejo mesmo, puro capricho estomacal, se posso assim dizer.
A internet tem grande valia nessas horas. Acabei encontrando uma receita ótima de tacos, vi que fazer pimentões recheados é facílimo, descolei uma receita de nhoque diferente, aprendi a fazer trufas e devo ter engordado uns 10 kg tb...
As receitas virão no decorrer desses próximos dias, se tudo der certo, se houver tempo, que é artigo de luxo em nossos dias.
Nem penso em ter fotos, já que assim que acabo de cozinhar começamos a comer e nem dá tempo de pensar em buscar a máquina.
Acho que depois desse post vou precisar escrever sobre tempo novamente. Me deu um "plá".
sexta-feira, outubro 19, 2007
Será??
Apenas pensei.
É verdade que tem muita gente que prega uma coisa e vive outra.
É verdade tb que isso é altamente irritante e que ando enojada e enjoada de gente "duas caras", que brinca com o cristianismo.
Mas, cobrar só dos "crentes" que se portem da maneira como pregam é uma falta de senso.
Os evangélicos não são nem serão até morrerem perfeitos.
Deveriam, contudo, manter-se fiéis, ou se esmerarem nisso, no que crêem, que pregam e viverem de acordo. Ponto. Verdade parcial.
Mas segue outro raciocínio igualmente válido.
Como seres humanos, não deveríamos todos nós buscarmos ser melhores, mais sinceros, "sem cera" e mais leais conosco e outros independente do credo?
Por que cobramos dos pastores e não dos padres e monges e políticos tb?
Somos verdadeiros o tempo inteiro, sem cera, sem máscara, sem subterfúgios?
Esse assunto daria um livro. Não quero um livro, quero apenas oferecer a mim mesma outro lado da mesmíssima moeda.
Por isso acredito que Jesus tenha falado para judeus e gentios:
- Aquele que não tiver pecados, atire a primeira pedra.
Horário de Verão Democrático
sábado, outubro 13, 2007
Pessoas, sempre as pessoas
Não nascemos já com o fogo de aparecer, e buscar atenção,
E nisso nos especializamos, orientados por nossos pais e mães
Quando nos estimulam ao acalentarem nosso choro manhoso
Quando riem de nosso sorriso,
E fotografam nossos banhos, nossas sujeiras de chocolate
e lama
E se gabam de termos falado mais cedo, andado mais cedo...
E mais tarde quando no colégio, exibem nossas notas
Cadernos, caligrafia?
E crescemos assim, achando que tudo gira em torno de nosso umbigo
O verdadeiro centro do Universo ganha então seu lugar
em nós
E a vida vai passando e as espinhas afugentam parte dos sonhos
A maquiagem e o boné corrigem o que pode
E passamos a lutar por um lugar ao sol dos namoros,
amores
E depois lutamos para sermos vistos no trabalho,
Reconhecidos, recompensados
Lutamos para a família do cônjuge nos aceitar
Para ele sempre nos continuar querendo e desejando
E depois lutamos para nossos filhos serem os melhores
Melhores em saber cativar esse mundo esquisito
Melhores na arte de garimpar o seu lugar
Se possível, melhor que o nosso.
Acho que aí, talvez passemos a entender melhor qual era o nosso lugar...
Somos todos apenas trabalhadores rurais,
Preparando o terreno, esse chão que nos acolhe quando chegamos
E partimos
Para os que virão após nós
E esperamos, finalmente, que eles entendam mais rápido
Aquilo que só a vida cumprida nos revelou.
quinta-feira, outubro 11, 2007
quarta-feira, outubro 10, 2007
Homicídio
E cada vez que sentia ser observado,
Mais distante se tornava.
Curiosidade é algo interessante.
Na mesma proporção,
Quanto mais se afastava,
Mais era observado.
Todos já tinham entendido essa equação.
Mas o que importa mais:
Saciar-se ou ser solidário na angústia alheia?
Esse processo que a mim foi tão dolorido
Estendeu-se durante alguns longos minutos.
Então ouve um alvoroço.
Correria, gritaria e mais curiosos.
Um grito,
Uma dor,
Um choro.
Estava consumado.
A tudo acompanhei.
Alfa e ômega.
Quando vi o corpo daquele jovem
Que acabara de se jogar do 30º andar,
Me dei conta de algo assustador.
Eu também o havia matado.
(Por mim mesma)
terça-feira, outubro 09, 2007
Pessoas, manias e afins
Isso se deu por causa de pessoas que não sabem se alegrar.
Mas tb foi um mês muito, muito bom, por causa de pessoas que sabem se alegrar.
Sei que estranho entender isso, que é estranho tb pra explicar, mas exatamente assim aconteceu.
Deixemos o lado ruim para lá para não me tornar como quem não sabe se alegrar e ressaltemos o que foi bom.
Foi bom voltar para casa depois de estar um mês fora.
Foi bom rever o pessoal da igreja.
Foi bom completar 5 anos em Rio Tinto.
Foi bom rever a Sofia (minha gata).
Foi bom conseguir livros para montar nossa biblioteca.
O que eu lembrar entra depois.
segunda-feira, outubro 08, 2007
Família...

quinta-feira, outubro 04, 2007
quarta-feira, outubro 03, 2007
Peixe simples e rápido
Tinha um peixe congelado aqui em casa que não sei nem o que era. Tinha cara de dourado, mas não tenho certeza absoluta.
Em todo caso, como ando estressada e sem tempo, só posso fazer comidas simples mesmo, no entanto que tenham uma carinha boa, né?
Todo mundo come melhor quando enxerga melhor.
Esse peixe recebeu um pouco de sal e foi selado dos dois lados em azeite (pouco azeite). Tinha poucas postas. Foi bem rápido. Depois de selar, coloquei os tomates, os pimentões e a cebola. Pinguei umas gotas de vinagre branco e um pouco de água.
Deixei a panela fechada e esperei cozinhar bem, ate os tomates quase desmancharem. Perto de desligar a panela, coloquei folhas de coentro. Só isso. Servi com beterraba cozida (gelada) e batatas feitas no vapor, passadas na margarina depois.
Gostoso e rapidíssimo!
Ingredientes:
umas 5 postas de peixe (dourado, corvina)
2 tomates pequenos em rodelas médias
1 pimentão verde em rodelas finas
1 cebola média em rodelas
azeite (uma colher de sopa mais ou menos)
sal a gosto
gotas de vinagre branco
E lá vamos nós...

Cada vez que a bruxa pegava uma vassoura e sentava nela, bradava:
- E lá vamos nós!
Mas nada acontecia. Eram milhares de vassouras sem resultado e o desenho termina com o passarinho feliz e a bruxa quase doida.
Às vezes me sinto assim. Parece que até as coisas que eu conhecia e sabia como funcionavam deixaram de funcionar ou se misturaram a tantas outras comuns que já não posso distinguir entre elas.
Deixe eu desligar minha panela que está com beterrabas.
Pronto.
Então, fico pensando sobre o quanto interefere na vida da gente a falta de valores corretos que se propaga pelo mundo. Quanto realmente podemos suportar dessa carga toda, 24 horas por dia, nos amigos, nos colegas, nos parentes malucos, nas igrejas malucas, nas igrejas que antes eram saudáveis, na tv.
É fogo, mas acho que todos nós somos contaminados por isso.
Estou numa fase de grande ira. Ira com gente lerda, com gente que deturpa os valores corretos, que joga com verdades para construir uma mentira... Estou uma "arara", essa é a verdade, mas não sei quanto disso me afeta.
Acho que era uma pessoa melhor uns anos atrás, sei lá. Menos ocupada e preocupada, menos estressada e mais astuta em perceber os caminhos.
Ou talvez fosse mais arrogante e por isso não analisasse direito, partindo apenas de um ponto de vista e fazendo assim as coisas parecerem mais simples, sem serem, mas limitando-as em meu ponto de vista.
Por Ferreira Gullar:
"Fluo obscuro de mim, enquanto a rosa
se entrega ao mundo, estrela tranquila.
Nada sei do que sofro.
O mesmo tempo
que em mim é frustração, nela cintila.
E este que por sobre nós espelho, lento,
bebe ódio em mim; nela, o vermelho.
Morro o que sou nos dois.
O mesmo vento
que impele a rosa é o que nos move, espelho!"
Volto às beterrabas.
sábado, setembro 29, 2007
Dna Catarina
Essa vontade esquisita de querer que nada tenha fim
E a tristeza de não entender como tudo funciona.
Lutamos para apenas dar continuidade ao que não se foi,
Mesmo que também de modo e tempo incertos
Mas visível, palpável, audível
Nos enganando um pouco mais quanto ao fim inefável.
segunda-feira, setembro 24, 2007
Frango com Vinho Branco
Essa eu fiz essa semana para aproveitar um peito de frango que descongelei sem querer, pensando que fosse sobrecoxa...
1 kg de peito de frango cortado em cubos médios e temperado apenas com sal e coloral
150 gr de bacon em pedacitos
100 gr de champignon em fatias médias
1 ou 2 filhas de louro
azeite
vinho branco
Fritei o bacon em pouco azeite, mas não deixei que ficasse muito dourado. Juntei os pedaços do frango e fritei até ficarem bem sequinhos e dourados.
Depois adicionei o louro e coloquei o vinho. Deixei ferver uns 10 minutos, nem isso e depois, já no finzinho juntei os cogumelos.
Uma delícia! A gente come o frango e depois o sabor do vinho fica na boca... hummmm! Vou ter que fazer outra vez esses dias...
Pode servir só com arroz branco e uma salada bem colorida.
As visitas aprovaram.
terça-feira, setembro 18, 2007
Ida e Volta Minha
Vou passar a publiocar tb coisas que gosto de comer, receitas interessantes.
A de hoje é simples, para preguiçosos na cozinha que querem fazer algo diferente:
Bolo Gelado
1 massa de bolo dessas prontas, tipo Dona Benta, sabor laranja ou festa, feita conforme as orientações no verso... (falei que era para preguiçosos).
Cobertura:
1 lata de leite condensado
500 ml de leite
1 garrafinha pequena de leite de côco
2 colheres de sopa de maisena
Misture tudo, exceto a maisena. separe metade e regue o bolo com ela. É bom fazer furinhos no bolo ára ele ficar bem molhado.
À outra metade, misture a maisena e leve ao fogo até engrossar. Coloque esse creme sobre o bolo, salpique côco ralado (uns 200 gramas) e corte em quadrados.
Sirva gelado.
* Uma opção é enrolar os quadrados em papel alumínio antes de levar à geladeira.
quarta-feira, agosto 01, 2007
Aniversário do Pai, Ida do Marido
Ontem foi aniversário do meu pai e fiquei feliz por causa da existência dele. Claro que estou sempre feliz pelo fato de ele existir, de ser meu pai etc etc e ele [e um paizão, mas ontem foi mais especial porque era aniversário, estavamos lembrando de como ele nascer foi importante4.
Hoje meu marido está terminando de preparar as coisas para ir à SP. Vamos nos encontrar daqui 15, ou melhor, 16 dias.
Esotu triste.
Esotu muito triste. Gostaria de ir já, de não ter que esperar esse tempo todo, mas por causa das minhas ulas, não tenho coragem de sair mais cedo e faltar tantas vezes e assim prejudicar meus alunos.
Eles precisam... estão tentando aprender alguma coisa, sei lá... então não tive coragem de faltar o mês inteiro e decidi ficar menos tempo em SP, logo, meu marido ficará uns dias sem mim.
Ontem eu estava feliz. Hoje estou meio triste.
É a vida. Feita desses momentos, dessas emoções e de só uma certeza: um dia isso tudo vai acabar e estou com garantia de uma eternidade tranquila, sem essa variações de emoções, sem despedidas. Amém!
quinta-feira, julho 26, 2007
Ainda Dia do Amigo
Mas acho que é injusto com o restante dos muitos e bons amigos.
Por isso, de vez em quando vou fazer um post de dia do amigo atrasado e publicar a foto de um ou mais deles.
Hoje vai a foto de uma amiga que é mais que isso, é uma mãe!
É a mãe espiritual que Deus colocou na minha vida, aqui no nordeste. Uma mãe com sotaque diferente do meu, com o cabelo lisinho; diferente fisicamente talvez, mas com uma afinidade espiritual e pessoal tão grande que esquecemos que o laço de sangue não existe.
Ela é aqui meu grande apoio para todos os instantes e marcou minha vida porque veio num momento muito especial, com as palavras certas, os abraços certos e os sorrisos certos, bem como os conselhos certos.
Nadja, eu amo muito, muito, muito demais vc!
Não vou fazer um depoimento agora, mas sou muito feliz por tê-la em minha vida!
Sou feliz pelo seu marido tb...rs.. mas a história dele publico outro dia.
Hoje é dia de falar "Feliz Dia do Amigo" prá vc! (atrasado)
Um beijão!
quarta-feira, julho 25, 2007
Acidentes e Incidentes
Quando identifiquei o local, fiquei muito chateada.
Meus avós moraram atrás daquele prédio mais de 12 anos, se não estou enganada, e eu morei lá tb por algum tempo. Conheço muito bem a região, aquele prédio, aquele aeroporto, aquela avenida, por onde passo mil vezes quando estou em Sampa.
Não sei se por isso, ou apenas pela catástrofe em si, fiquei abatida com o que vi. Fiquei pensando nas pessoas que trabalhavam lá, pensei nas pessoas que conheço que são funcionárias da Tam, e se estariam no vôo, se estariam no prédio naquele instante.
Fiquei com os olhos marejados quando vi uma mãe no saguão do aeroporto, sentada no chão sem acreditar que os dois filhos adolescentes estavam no vôo.
Que tristeza deve estar sentindo aquele marido que cedeu a vaga no avião para a esposa e o filhinho bebê, para poupá-la de outro vôo mais longo, com conexão. Quanto sofrimento durante esses dias na vida de tantas famílias que viram seus queridos desaparecerem subitamente, alguns sem deixar sequer a possibilidade de serem encontrados nem pelo DNA, segundo os noticiários.
Claro que toda a população brasileira começou a ligar a tv e se inteirar do assunto, a mesma passou a dar suas opiniões tolas e toscas.
"É culpa do presidente Lula"
"Culpa do Serra"
"Culpa dos ministros disso e daquilo"
"Culpa da pista"
E enquanto as caixas pretas não mostram a verdade, até o pobre piloto teve sua qualidade questionada pelo fato de ter sido demitido de outra cia aérea.
Talvez seja mesmo culpa de todos esses acusados agora.
Talvez seja culpa da pista também - e todo mundo agora se sente perito em grooving - e do reverso.
Mas penso se é só isso.
Acho que há outros culpados, de forma mais indireta.
Acho que o Brasil inteiro é culpado de uma certa forma.
Sabe o que é? Nós temos a infeliz mania de reclamar demais entre dentes e não agir.
Nós criticamos a venda de votos, por exemplo, mas comprometemos o nosso se recebermos algum favor, se a pessoa for conhecida ou se for da mesma religião como se isso fosse parâmetro para decidir vida política.
Nós reclamamos do governo, mas não participamos dele, não conhecemos sua proposta, então, quando raramente cobramos, cobramos errado.
Todos sabemos que a maior emissora de tv do país manipula a mídia, mas ficamos vidrados lá.
E prá piorar, temos memória curta.
A população de SP tem muita culpa no acidente/incidente da TAM.
Tem culpa política porque aceita e ainda aplaude corruptos desse país, como o senhor Maluf, que anos a fio tem desviado dinheiro para seu bolso e mesmo assim consegue ser o deputado mais votado!!
Essa não foi a primeira tragédia na cidade Não será a última, provavelmente, porque o problema nem é uma pista lisa, nem um reverso, nem é um piloto demitido, nem as chuvas - fala sério?? em SP chove e não sabiam disso quando construíram aquele aeroporto?? SP só passou a ser a "terra da garoa" depois que o aeroporto foi construído?? -, nem o presidente de agora, nem nada disso isolado.
É um problema de caráter que permeia nossa sociedade.
É um problema de falta de amor por quem você é, pela sua pátria.
Acho os americanos muito soberbos às vezes, mas sabe de uma coisa? Eles amam seu país, são capazes de acabar com outra nação para salvar a deles e nós somos capazes de entregar a nossa de graça pra´qualquer mané que chegar no pedaço.
Tô ficando brava já e se eu cntinuar escrevendo vai deixar de ser post prá virar livro e não tenho gabarito para fazer isso, nem tô com vontade.
Mas fica aqui minha manifestação de brasileira, paulistana.
Tá na hora de acordar!
* Definição de acidente e de incidente. Escolha qual é mais apropriada.
a.ci.den.tes. m. 1. O que é casual, fortuito, imprevisto. 2. Desastre, desgraça. 3. Disposição variada de um terreno. 4. Filos. O que não faz parte da substância ou a ela se opõe. 5. Med. O que sobrevém no curso de uma doença. 6. Mús. Nome genérico dos sinais que alteram uma nota, como o bemol, o sustenido e o bequadro.
in.ci.den.te adj. m. e f. 1. Que incide, que sobrevém. 2. Gram. Na antiga nomenclatura gramatical, dizia-se da oração adjetiva explicativa. S. m. 1. Circunstância acidental; episódio.
segunda-feira, julho 23, 2007
domingo, julho 22, 2007
Novos Pequenos
Hoje as crianças da EBD cantaram e falaram um versículo.
Faz bem ouví-las alegres lá na frente da igreja. Faz bem para a igreja, bem para elas, bem para mim.
Lembro de quando cheguei aqui e trabalhava com crianças tb. Pequenos que hoje são nossos adolescentes.
Deus os guardou, deixou que permanecessem livres dos pecados da juventude, dos erros que mais tarde os fariam lamentar.
Com esse novo grupo tenho a mesma esperança. Quase todos são de famílias confusas, desestruturadas, mas acredito piamente que estão aqui para serem guardadas como as outras foram cinco anos atrás (como o tempo passa!!).
Devo a foto delas novamente, mas assim que descarregar a máquina, postarei.
Dia do Amigo (atrasado...)
Ontem foi Dia do Amigo.
Minha vida tem sido regida por grandes e bons amigos, mas também por aqueles amigos que vem e vão, por outros não tão grandes, mas que colorem o dia-a-dia e também pela ausência de queridos que ficaram noutro estado... mais abaixo no mapa do nosso vasto Brasil.
Desses, a saudade ontem e sempre, né Potter?
Dos de todo dia, a cumplicidade de estar ali.
Dos grandes e bons, a gratidão.
Dos que vem e vão, a compreensão.
E de ontem, especificamente de ontem...
OS NOVOS!!
Ontem foi dia de fazer novos amigos, dos que, com a graça de Deus, serão dos grandes e bons, talvez dos ausentes pelos caminhos da vida, mas com certeza serão dos que ficam.
A eles o post de hoje. As fotos, só amanhã.
Carlos e Branca, BINE ATI VENIT*!
*sejam bem-vindos (em romeno)
* post da cor da blusa de ontem






